5 dicas para ser aprovado no Revalida


5 dicas para ser aprovado no Revalida

5 dicas para ser aprovado no Revalida

No artigo anterior, falamos sobre quais conteúdos estudar para o revalida. Agora vamos conversar sobre 5 dicas para o Revalida.

Sabemos que são exigidos vários tópicos elencados na Matriz de correspondência curricular para fins de revalidação de diplomas de médico obtidos no exterior.

Vimos também que não dá para ir para o Revalida sem saber tudo sobre saúde pública, SUS, Equipe de Saúde da Família e participação da comunidade, tanto para a primeira quanto para a segunda fase.

Mas não é só isso. Há outras dicas de conteúdo para você organizar seus estudos e garantir boa pontuação no Revalida.

1. Estude mesmo antes do edital ser publicado.

A primeira das 5 dicas para ser aprovado no Revalida é organização.  Estude com antecedência. Aproveite ao máximo o tempo disponível até a prova.

Estude os conteúdos com base nas provas anteriores, assim, mesmo que o edital não tenha sido publicado você sabe qual caminho seguir.

2. Descubra o que foi cobrado nas edições passadas.

Como são muitos conteúdos, a primeira dica é fazer uma pesquisa nas provas anteriores e descobrir o que é recorrente em cada uma das 5 áreas exigidas.

Assim fica mais fácil identificar quais são as suas maiores dificuldades frente aos conteúdos que são cobrados com frequência. E você poderá organizar um cronograma de estudos para trabalhar essas dificuldades.

Leia os gabaritos das questões discursivas das provas anteriores, assim você saberá o que a banca espera dos candidatos e como são estruturadas as perguntas.

3. Atenção aos detalhes da prova.

Ler o enunciado com atenção é de praxe. Porém, na segunda etapa em razão do nervosismo, você pode esquecer de ler o enunciado ou se apresentar ao paciente. Isso tira alguns pontos da sua nota em cada estação.

Na prova prática, a conduta médica no atendimento do paciente é um dos itens que mais reprova os candidatos. Então, sempre oriente e forneça as explicações necessárias ao paciente com vocabulário adequado.

Diante disso, só acertar o diagnóstico não garante boa nota, porque são avaliados vários itens, desde linguagem corporal até condutas específicas para o caso.

Já para os conteúdos, não deixe de estudar as doenças infecciosas e seu tratamento.

Tanto nas questões discursivas quanto na prova prática é fundamental saber realizar corretamente o diagnóstico do paciente.

Hipertensão na gestação, lesões do colo uterino, medicina da Família e violência doméstica ou Sexual são temas recorrentes no Revalida. Portanto memorize esses assuntos e resolva o máximo de questões possíveis para entender como são cobrados.

Outro detalhe importante é usar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde para não gerar confusão nas respostas.

4. Faça resumos.

Sempre que estiver estudando, faça anotações com as informações importantes de cada disciplina.

O ideal é que você descanse, durma e se alimente bem 24 horas antes da prova. Mas se sentir necessidade de ler algo para sentir-se mais seguro, use os resumos que preparou.

Porém, evite estudar na véspera. Pouco será absorvido porque sua cabeça estará cheia. Tente relaxar.

5. Procure cursos e materiais preparatórios.

Como já disse, é muito conteúdo e às vezes pouco tempo, por isso estudar com material adaptado ou cursos organizados para esse tipo de exame economizam tempo e facilitam o aprendizado.

Seu foco é direcionado para o que realmente importa para a prova, sanando as possíveis dúvidas.

Assim, o importante é saber um pouco de cada uma das áreas para dar o diagnóstico correto. Até porque não há tempo de tornar-se um especialista em cada área, e não é isso que é cobrado na prova.

Portanto, dedique-se aos temas que você tem dificuldade e revise o que já é do seu domínio. Do mesmo modo para os assuntos que pouco caem no Revalida.

Dê prioridade para estudar o máximo possível sobre Saúde Pública. Este é um tópico que aparece em toda a prova.

Reforço que o Revalida não exige coisas muito específicas. Então, se preocupe em saber o diagnóstico correto (sintomas e exames complementares) e sobre conduta (terapêutica).

Espero que este artigo seja útil.

Até breve


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